Antes de entrar · passo 1 de 3
O que o Parque guarda de você
Aqui você vai falar de corpo, de emoção e de história — coisas suas. Antes de qualquer pergunta, é justo você saber o que fica guardado e o que você pode fazer com isso.
O que é guardado
O nome pelo qual você quer ser chamade, seus pronomes, data, hora e cidade de nascimento (para calcular o mapa), e o que você marca ou escreve durante o jogo: rotina, dores, ângulos de movimento, crenças, respostas às perguntas.
Para que serve
Para o jogo te chamar pelo nome e devolver leituras a partir do seu céu real, e para a sua terapeuta acompanhar a sua travessia quando você pedir. Não é vendido, não é compartilhado com outras empresas e não vira propaganda.
Onde fica
Uma parte fica só neste aparelho, para você voltar de onde parou. Outra parte fica num banco de dados protegido, sob responsabilidade da terapeuta Tatiana Araújo.
Os seus direitos
Você pode sair a qualquer momento, sem explicar. Pode pedir para ver o que está guardado, corrigir, ou apagar tudo — pelo botão "Recomeçar a travessia" ou escrevendo para a terapeuta. O jogo é apoio de autoconhecimento; não é diagnóstico médico nem substitui tratamento de saúde.
O que o Parque não faz
Dizer isso é parte do cuidado. O Parque não diz o que você tem: não é exame e não é diagnóstico. Não cura, e não promete cura. Não toma o lugar do médico, do psicólogo ou da terapeuta — ele fica do lado, nunca na frente. Não julga, não diz que a culpa é sua e não diz que estava escrito que ia ser assim.
Ele é uma ferramenta: serve para você se ver, se organizar e fazer um movimento pequeno hoje. O símbolo é a porta; atrás da porta é estudo.
Se agora estiver pesado demais
O Parque não é emergência e não vai fingir que é. Se houver risco para você ou para alguém, pare aqui e chame quem ajuda de verdade. A vida vem antes do jogo.
Não é fraqueza pedir. É a primeira tarefa bem feita.
Se você não concorda, é só fechar esta página. Nada é guardado.